3 de novembro de 2007

Desnudo

Essas músicas que não saem da minha cabeça,
essa cena que não sai dos meus olhos,
dou a volta ao mundo,
e paro nos teus...

Posso flutuar, sair voando
alcanço o teto e atravesso
o caminho eu já sei de cor
vou apenas seguindo o fluxo
da tua pulsação

E enquanto me distraio
olhando essa paisagem
te encontro no caminho
você já estava vindo

E entre o batente da porta
é onde vou estar
batento o pé no chão
no mesmo tom

Descalça, desnuda
esperando a menor distância
entre o meu e o teu

Quem disse que dois corpos
não ocupam o mesmo espaço
contou uma mentira deslavada...

Um comentário:

Anônimo disse...

esta cena enche os olhos e a boca de qualquer um!